Alimentos - cefaléia & enxaqueca
por Arthur Müller em 2022 ― atual. mar.2026
Os espelhos estão em toda parte.
Olhamos a superfície!
As rugas gritam e os cabelos brancos se jogam.
Aprisionando a nossa atenção.
Por vezes toda ela!
Olhamos a superfície!
As rugas gritam e os cabelos brancos se jogam.
Aprisionando a nossa atenção.
Por vezes toda ela!
Com o avanço da idade, indivíduos que nunca tiveram problemas estomacais ou cefaléias podem iniciar a apresentar tais suscetibilidades, pois o corpo envelhece "tanto por dentro quanto por fora".
Dentre os diversos fatores envolvidos, focaremos em dois pilares interligados: a digestibilidade e a neuroinflamação. Enquanto a eficiência digestiva determina a biodisponibilidade dos nutrientes, a neuroinflamação atua de forma deletéria na reatividade vascular e na homeostase cerebral. Esse processo neuroinflamatório costuma ser o reflexo de uma inflamação crônica de baixo grau, alimentada pela exposição cumulativa a toxinas, alérgenos e a uma dieta de baixa qualidade nutricional. Com o avanço da idade, a somatória desses pequenos maus funcionamentos cria um cenário complexo que exige uma análise clínica minuciosa e aprofundada.
As enxaquecas e cefaléias necessitam no mínimo avaliar a: digestibilidade, permeabilidade, qualidade da microbiota, estado inflamatório crônico, níveis hormonais, estresse e a qualidade do sono (muito relacionada aos itens anteriores).
A diversidade de "bons" macro-micro-nutrientes e fibras e a "não-exposição" a toxinas, irão melhorar a digestibilidade e o estado inflamatório. Entretanto, muitos alergênicos e toxinas são individualizados, alimentos considerados "bons", como os queijos e chocolates, podem suscitar cefaléias. A avaliação de quais alimentos disparam o problema demanda um período de "reset", de pelo menos um mês para o corpo minimamente se restaurar e permitir uma melhor percepção da reação corporal ante a experimentação de alguns "alimentos suspeitos".
intensificam a cefaléia: alimentos pró-inflamatórios e que atrapalham a digestibilidade, como os industrializados: nitritos, nitratos, taninos, fenóis, aldeídos, sulfetos histaminas, tiraminas, glutamato, colorantes, emulsificantes, flavorizantes ... e também: álcool, açúcares, trigo e lácteos.
previnem a cefaléia: basicamente a comida natural diversificada irá melhorar a digestibilidade e o estado inflamatório, como: gorduras insaturadas, azeite de oliva, aveia, carnes magras, banana, abóbora, abacate, tomate, brócolis, couve-flor, batata-doce, vegetais escuros, beterraba, cenoura, orégano, chia, cúrcuma, canela, alho, cenoura, couve, cravo, erva-cidreira, ervilha, gengibre, maracujá, ovos, omega-3, salmão, sardinha, anchova ... verificar os níveis da vitamina B12 e sempre tomar água pura!
previnem a cefaléia: basicamente a comida natural diversificada irá melhorar a digestibilidade e o estado inflamatório, como: gorduras insaturadas, azeite de oliva, aveia, carnes magras, banana, abóbora, abacate, tomate, brócolis, couve-flor, batata-doce, vegetais escuros, beterraba, cenoura, orégano, chia, cúrcuma, canela, alho, cenoura, couve, cravo, erva-cidreira, ervilha, gengibre, maracujá, ovos, omega-3, salmão, sardinha, anchova ... verificar os níveis da vitamina B12 e sempre tomar água pura!
Com os aspectos alimentares razoavelmente bem encaminhados, a continuidade das cefaléias indicam uma questão de saúde a ser muito bem investigada. E, certamente que uma boa alimentação irá auxiliar o seu neurologista a ponderar sobre outras variáveis.